Rio de Janeiro recebe evento-teste paralímpico

Campeões mundiais e paralímpicos estão confirmados no evento, que acontece de 18 a 21 de maio, no Estádio Olímpico. Público poderá retirar ingressos gratuitos antes do evento.

Paratleta Terezinha Guilhermina corre ao lado de seu guia
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O Rio de Janeiro receberá, na próxima semana, os principais nomes do atletismo paralímpico mundial. Entre os dias 18 e 21 de maio, o Estádio Olímpico (Engenhão) será o palco do Open Internacional Caixa Loterias. A competição funcionará como evento-teste para os Jogos Rio-2016.

Esta edição do Open reunirá, ao todo, 316 atletas de 23 diferentes países. Entre eles, estão nomes como o da cubana Omara Durand, atual campeã e recordista mundial dos 100m, 200m e 400m da classe T12 (baixa visão). O país caribenho ainda terá os campeões mundiais Leinier Savón (T12) e Yunidis Castillo (T46 – amputado de braço).

“O Open Internacional será o primeiro grande teste que a Seleção Brasileira terá visando aos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Não só por testar todo o espaço de competição da Paralimpíada, mas porque estaremos, pela primeira vez no ano, competindo contra os melhores nomes internacionais”, disse Ciro Winckler, coordenador técnico do atletismo paralímpico brasileiro.

Os Estados Unidos também trarão uma equipe forte ao Rio de Janeiro. Serão nove americanos em ação, dos quais se destacam Lex Gillette – atual bicampeão mundial do salto em distância (T11, para cegos totais) -, Michael Brannigan – campeão mundial em Doha-2015 dos 1.500m e prata nos 5.000m – e Josiah Jamison, campeão paralímpico dos 100m (T12).

As provas de cadeira de rodas também devem ser bastante concorridas. O suíço Marcel Hug, que, em 16 ocasiões, subiu ao pódio em Mundiais (sete ouros e nove pratas), está inscrito. O francês Pierre Fairbank, campeão paralímpico nos 200m em Sydney-2000, também competirá. Entre as mulheres, destaque para a japonesa Wakako Tsuchida, campeã paralímpica nos 5.000m em Atenas-2004.

Alguns estrangeiros devem competir diretamente com brasileiros nos Jogos Paralímpicos. É o caso da sueca Viktoria Karlsson, que ficou com a medalha de bronze do salto em distância T11 no Mundial de Doha-2015. Ela foi superada, na ocasião, por Silvânia Costa e Lorena Spoladore. O russo Artem Muratov terá a chance de reencontrar Daniel Tavares, por quem foi superado na final dos 400m (T20, para deficientes intelectuais).

O público interessado em acompanhar a competição poderá retirar sua entrada de forma gratuita. Os tíquetes serão distribuídos até 1h30 antes de cada sessão na própria bilheteria do Estádio Olímpico.

Programação da competição:

Quarta-feira (18/05) – 16h às 20h
Quinta-feira (19/05)- 16h às 20h
Sexta-feira (20/05)- 16h às 20h
Sábado (21/05)- 9h às 13h

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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