Campanha sobre inclusão aborda diferenças que nos unem

Iniciativa da Assembleia Legislativa de Santa Catarina lançou a campanha “Todos somos iguais porque somos diferentes” para promover a inclusão

Cintia em uma praia, com guarda-sol e deitada na areia; ela usa calda de sereia e há bolhas de sabão em torno dela
Compartilhe:

Todo mundo já se considerou diferente em algum momento da vida. Mas, no caso de pessoas com síndrome de Down, albinismo, nanismo e outras diferenças, isso é mais recorrente.

Pensando isso, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina lançou, no último dia 8, a campanha institucional “Todos somos iguais porque somos diferentes”, com três filmes. Com depoimentos e personagens reais, os vídeos apresentam esses perfis de maneira lúdica e descontraída, mas sem mencionar as deficiências.

Fugindo aos esteriótipos, tabus e senso comum, a ideia é retratar pessoas comuns, com diferenças sim, mas que se tornam iguais justamente por isso.  A campanha quer buscar espaço para debates sobre acessibilidade, tecnologia assistiva, preconceitos e outros temas importantes para inclusão.

O momento da campanha  está aliado à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 6 de julho de 2015), em vigor desde janeiro deste ano. O texto busca assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, visando à inclusão social e cidadania.

De acordo com os idealizadores da campanha, a pesquisa feita sobre o tema resultará em um documentário, com depoimentos dos protagonistas e de seus familiares, além de educadores e autoridades no assunto.

Abaixo, o primeiro filme da campanha, que conta a história de Cíntia, a trigésima primeira mãe do mundo com Down a gerar um filho sem a síndrome.  🙂

Com informações do Criciúma News.

Fonte: Blog da Espiral Interativa

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *