Mercur promove debate sobre equipe de basquete em cadeira de rodas

Promovido pela Mercur, o debate acontece na próxima quarta-feira e traz o técnico da seleção masculina de basquete em cadeira de rodas, Tiago Frank, e Nataniel Souza, estudante e idealizador do portal Noticiário Paralímpico

Em círculo, o técnico Tiago Frank em ginásio orienta os atletas de basquete em cadeira de rodas durante treino
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Aproveitando a proximidade dos Jogos Paralímpicos 2016, a empresa Mercur realiza Debate Aberto ao público sobre a equipe brasileira de Basquete em Cadeiras de Rodas. O evento acontece na próxima quarta-feira, 18, às 19h30 e pode ser acompanhado no site do projeto Diversidade na Rua.

A conversa contará com a participação de Tiago Frank, técnico da Seleção Brasileira Masculina de Basquete em Cadeira de Rodas, e do estudante que criou o primeiro portal de notícias sobre os Jogos Paralímpicos, Noticiário Paralímpico, Nataniel Souza.

“Conversar sobre o esporte paralímpico é, na verdade, incluir as pessoas que não tem deficiência no ambiente vivido por esta parcela da população. Faltam um pouco mais de 100 dias para as Paralimpíadas, este é o momento de reforçar o valor das pessoas com deficiência e de quebrar paradigmas. Muitos ainda têm uma ideia de que as pessoas com deficiência são, de alguma maneira, inferiores, o que não é verdade”, afirma o estudante.

“O time de basquete está em pleno desenvolvimento para atingir um nível de excelência e competitividade contra grandes potências no cenário internacional. Será um prazer compartilhar a experiência na liderança desta equipe neste fórum online”, declara o técnico da Seleção Brasileira Masculina de Basquete em Cadeira de Rodas, Tiago Frank.

Debate aberto Diversidade na Rua
Tema: Jogos Paralímpicos e a Seleção Brasileira de Basquete em Cadeiras de Roda
Quando: quarta-feira, 18/5, às 19h30
Para participar, acesse: http://www.diversidadenarua.cc/debate

Fonte: Assessoria

 

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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