Sesc SP tem oficinas de hortas urbanas com tradução em Libras

Com aulas e vivências práticas, atividade aborda tema sob perspectivas da saúde e do bem estar. Tradução em Libras deve ser solicitada no ato da inscrição.

Close em mãos trabalhando no plantio de uma muda de planta.
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O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc realiza a oficina Hortas Urbanas: saúde e bem-estar para as cidades. As aulas acontecerão entre os dias 30 de junho e 1º de julho no prédio do centro de pesquisa de São Paulo, e possuem opção de tradução em Libras.

A atividade aborda as hortas urbanas sob as perspectivas da saúde e do bem estar, partindo da contextualização histórica em São Paulo e no mundo e de um retrato atual dos movimentos e de suas repercussões diretas. A oficina também prevê vivências sensoriais com espécies de ervas e temperos plantados nessas hortas e uma visita à Horta das Corujas, com roda de conversa com uma das idealizadoras do grupo Hortelões Urbanos.

O curso conta com a participação de Sabrina Jeha (geógrafa e herborista do viveiro Sabor de Fazenda Ervas e Temperos), Silvia Jeha (nutricionaista, Herborista e especialista em cultivo orgânico de ervas e temperos da Sabor de Fazenda Ervas e Temperos) e Claudia Visoni (jornalista, agricultora urbana, criadora do grupo Hortelões Urbanos e voluntária na Horta das Corujas e Horta dos Ciclistas).

Importante: quem quiser tradução em Libras deve fazer a solicitação no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

Serviço:

Hortas Urbanas: saúde e bem estar para as cidades
Data: 30 de junho e 1 de julho de
Horário: 10h às 13h.
Recomendação etária: 16 anos.
Número de vagas: 30.
Investimento: R$ 50 (inteira); R$ 25 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 15 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Informações e inscrições pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.

Fonte: Ciclovivo

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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