Projeto de skate adaptado integra atividades de lazer em Curitiba

Prefeitura de Curitiba, em parceria com a iniciativa privada, lançou projeto de skate adaptado às crianças com deficiência na programação de lazer da cidade

Menino de aproximadamente 6 anos, com deficiência motora, se equilibra em skate adaptado em um parque gramado e com árvores
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Um projeto de skate adaptado para pessoas com deficiência foi lançado na semana passada, realizado em parceria entre a Prefeitura de Curitiba e a iniciativa privada. O equipamento será incorporado às atividades do Ciclolazer, que acontece aos domingos, na Praça Nossa Senhora de Salete.

Doze crianças que estudam na Escola Estadual Nabil Tacla testaram o equipamento. A ideia é permitir que a criança com deficiência motora possa usar o skate, presa por um colete atado a um cabo de aço, esticado entre dois postes, que permite a movimentação com segurança.

A iniciativa, inédita, tem a participação da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude em parceria com a empresa Anjuss. Já existiam ideias semelhantes, com a utilização de gaiolas, mas o projeto da Prefeitura tem a vantagem de proporcionar maior liberdade ao praticante.

“É mais um projeto que torna a cidade mais inclusiva, mais humana, uma cidade que respeita as diferenças e tem um olhar diferenciado para crianças com deficiência. É uma ideia simples, relativamente barata, permitindo que estas crianças tenham uma atividade que, normalmente, a condição delas não permitiria. O sorriso delas já valeu qualquer custo deste projeto”, diz Fruet.

O equipamento foi concebido com o intuito de recreação, mas também pode funcionar como um aparelho de fisioterapia, melhorando as condições de pessoas com restrições de locomoção.

“O projeto vinha sendo estudado há mais ou menos dois anos e conseguimos finalizá-lo, a partir da parceria com a Prefeitura. É uma ideia aparentemente simples, que eu chamo de ‘skateterapia’, pelos resultados positivos que ele traz para quem usa”, diz Heverton de Freitas, skatista que ajudou a desenvolver o projeto. A ideia também tem o apoio das secretarias municipais do Meio Ambiente, da Pessoa com Deficiência e da Educação.

“É uma alegria ver meu filho se divertindo, podendo fazer uma coisa que, normalmente, não iria conseguir. É algo que ele gosta. Ele costuma andar de skate em casa, mas sentado. Achei esta ideia maravilhosa”, disse Thais Cristina Kraag Galvão, mãe Tiago, de 5 anos.

“Nossa intenção é de expandir o uso, pois nada é mais emocionante do que ver a alegria destas crianças. Muitas coisas bacanas desenvolvidas por esta gestão são muito simples. Coisas que olham para as pessoas, para o lado humano da cidade”, diz o secretário municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Aluísio Dutra Júnior.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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