Festival de Cinema Acessível traz novas exibições em julho e agosto

As sessões acontecem em julho e agosto, em Porto Alegre (RS), e contam com dispositivos de acessibilidade como LIBRAS, audiodescrições e legendas

Foto em close de punhado de pipocas de cinema prontas
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A segunda etapa do Festival de Cinema Acessível começa no dia 8 de julho, na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Promovido pelo Som da Luz, o  filme “Se eu fosse você” comanda a primeira sessão, na sala Paulo Amorim.

No dia 29 de julho, é a vez de “Tropa de Elite 2”, encerrando o sétimo mês do ano. Em agosto, o encontro acontece no dia 19, com o filme “O Palhaço”. As exibições sempre acontecem às 19h30, com entrada franca. Para garantir a participação, é necessário pegar senhas distribuídas 1 hora antes de cada sessão.

O Festival é o primeiro do país a exibir clássicos do cinema brasileiro com audiodescrição, legendas e língua brasileira de sinais. Os filmes são exibidos com os três recursos de forma simultânea. Outra novidade é o novo formato na apresentação das LIBRAS e legendas, que estarão mais visíveis na sobreposição dos filmes.

Muitos músicos e artistas já manifestaram publicamente o seu apoio ao Festival, postando vídeos e convidando o público a prestigiar o evento. Acompanhe tudo na página do Festival no Facebook:

SERVIÇO:

O quê: Festival de Cinema Acessível
Realização: O Som da Luz
Quando: 8 e 29/7, 19/8, às 19h30
Onde: Casa de Cultura Mario Quintana, sala Paulo Amorim
Endereço: Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico, Porto Alegre – RS
Obs.: entrada franca, com distribuição de senhas 1 hora antes.

Fonte: Assessoria

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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