Projeto de pesquisador da Ufes ganha Google Research Awards

Doutorando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Espírito Santo, Alexandre Luís Cardoso Bissoli desenvolveu sistema de comando pelos olhos

Um homem jovem sentado em frente a um computador, acessando-o sem o uso de teclado ou mouse
Compartilhe:

O estudante de doutorado em Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Alexandre Luís Cardoso Bissoli, desenvolveu um projeto que visa facilitar o dia a dia de pessoas com deficiência física, foi um dos 24 vencedores do Google Research Awards for Latin America. O prêmio dá incentivo financeiro estudantes e seus orientadores.

Os projetos premiados foram anunciados no dia 3 de agosto pelo Centro de Engenharia do Google na América Latina. O trabalho de Bissoli é resultado de sua pesquisa de mestrado, que tem orientação do professor Teodiano Freire Bastos Filho.
O projeto tem como objetivo desenvolver um novo sistema de assistência para ser utilizado por pessoas com deficiência motora severa. Com ele, a pessoa com deficiência poderá controlar os diversos dispositivos eletroeletrônicos de sua residência, tais como lâmpada, ventilador e rádio, além de poder se comunicar por meio de sinais biológicos capturados pelos músculos ou olhos.

“Funciona através de um rastreador do olhar, que capta o movimento dos olhos. Desenvolvi um software que deve ser instalado no computador pessoal da pessoa. Nesse software vai haver vários ícones, como lâmpada, ventilador, ligação. Com os olhos, a pessoa move o cursor do mouse até o ícone e seleciona a ação”, explicou.

Já foram realizados testes em 17 pessoas. Agora, segundo o pesquisador, os próximos passos são investir em testes prolongados para avaliar a inserção dessa tecnologia no mercado.

Prêmio

O prêmio consiste em incentivo financeiro para os estudantes e seus orientadores, totalizando US$ 600 mil para os 24 projetos. A edição deste ano do Google Research Awards for Latin America recebeu 473 inscrições de projetos originários de 13 países.
Vencedores

Dos 24 projetos vencedores do Google Research Awards for Latin America, o Brasil ficou com 17, México e Chile com dois cada um, e Argentina, Colômbia e Peru com os demais.

Fonte: G1

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *