ADD lança livro sobre esportes de aventura para pessoas com deficiência

O livro, chamado “Aventura Adaptada”, será distribuído gratuitamente e também ficará disponível para acesso online, a partir de setembro

Montagem mostra a capa e o índice do livro Aventura Adaptada. Páginas mostram diversas fotos de pessoas com deficiência praticando esportes, como trekking, paraquedas, escalada, rafting, paratrike, tirolesa e rapel.
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A Associação Desportiva para Deficientes – ADD e a Áurea Editora lançam, em setembro, o livro “Aventura Adaptada – Um Roteiro Turístico e Cultural” com dicas de destinos turísticos acessíveis com opções para a prática de esportes de aventura em meio à natureza. O guia traz seis sugestões de cidades no estado de São Paulo que oferecem atividades como escalada, em Bragança Paulista; trekking, em Atibaia; paraquedas, em Boituva; rafting, em Brotas; paratike, em Caraguatatuba e tirolesa/rapel em Socorro.

“Seja qual for o tipo de limitação de uma pessoa, a emoção proporcionada por um salto de paraquedas, por exemplo, é a mesma. Queremos mostrar que é possível enfrentar qualquer aventura com vontade e uma equipe preparada para atender às necessidades específicas de cada um. Espero que, por meio deste livro, possamos incentivar novos adeptos e colaborar para que tenhamos uma sociedade cada vez mais inclusiva”, comenta Eliane Miada, fundadora da ADD.

Em um período de 30 dias, a equipe de produção do guia selecionou alguns aventureiros com deficiência para experimentar cada um dos esportes. A experiência foi a fonte das belíssimas imagens que ilustram o livro e dos depoimentos emocionantes de cada um dos participantes.

Além das sugestões de rotas, os leitores também encontrarão dicas de hotéis com apartamentos adaptados e acessibilidade, orientação de trajetos para cada cidade (de carro ou ônibus) e recomendações como tipos de roupas e materiais necessários para a prática de cada atividade.

A edição 01 do livro “Aventura Adaptada – Um Roteiro Turístico e Cultural” terá distribuição gratuita. Estará disponível em bibliotecas públicas e secretarias municipais de cada uma das seis cidades citadas, além da capital paulista, e também para acesso online no site: http://aventuraadaptada.aureaeditora.com.br

Fonte: Assessoria

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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