Ministério do Trabalho divulgou estudo inédito sobre pessoas com deficiência

Diagnóstico foi apresentado em seminário realizado em Belo Horizonte (MG), na última segunda-feira (12)

Ícone que representa a balança da justiça, em um fundo azul
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Um estudo inédito do Ministério do Trabalho reuniu 1,3 mil pessoas no primeiro seminário Lei de Cotas- Boas Práticas de Inclusão, na última segunda-feira, 12, em Minas Gerais. O objetivo do seminário é fornecer ao público depoimentos e práticas de empresas e de trabalhadores com deficiência e reabilitados pelo INSS, que estão hoje no mercado de trabalho, vivenciando a inclusão.

“Geralmente, as palestras relacionadas à Lei de Cotas discorrem somente sobre a legislação, que trata da inclusão das pessoas com deficiência e reabilitados no mercado. Dessa vez, a ideia, é falar não apenas sobre legislação, mas sobre o dia a dia desses trabalhadores dentro das empresas e sobre as ações que provam que isso é possível e real”, esclareceu a idealizadora do seminário e auditora fiscal do Trabalho, Patrícia Siqueira.

O “Diagnóstico quantitativo de pessoas com deficiência/reabilitados no Brasil” foi apresentado pela Superintendência Regional do Trabalho de Minas, em parceria com o Governo do Estado. A apresentação foi da secretária de Inspeção do Trabalho Maria Teresa Pacheco Jensen, no Sesc Palladium.

Durante o encontro, também foram tratados assuntos como aprendizagem profissional como meio de inclusão gradual, além de terem sido abordadas metodologias utilizadas dentro das empresas para a inclusão de trabalhadores, especialmente com deficiência intelectual, mental e autismo.

Programação

O seminário Lei de Cotas – Boas Práticas de Inclusão contou com uma apresentação cultural feita por Dudu do Cavaco, que abriu o evento. Em seguida, iniciou-se a realização do lançamento oficial do “Diagnóstico quantitativo pessoas com Deficiência/reabilitados no Brasil”. O encontro seguiu com a palestra “Acessibilidade como direito fundamental”, ministrada pelo auditor fiscal do Trabalho Rafael Faria Giguer (especialista em acessibilidade); e com a apresentação do projeto Inclusão de Pessoas com Sofrimento Mental, além de outras mesas que debateram as boas práticas, com depoimentos de representantes de empresas e trabalhadores.

Fonte: Assessoria Ministério do Trabalho

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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