Praia Acessível leva pessoas com dificuldade de locomoção ao mar e rios

Programa é uma parceria da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência com as prefeituras e estará em 30 praias do litoral paulista

Em uma praia, uma jovem mulher, branca, está sentada em uma cadeira de rodas adaptada à água, com pneus de borracha e suporte para as pernas ficarem esticadas. Uma outra mulher, um pouco mais velha, empurra a cadeira saindo do mar
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Com o verão e o calor, as viagens ao litoral aumentam e, para a maioria das pessoas com dificuldade de locomoção, há uma série de de obstáculos para conseguir frequentar praias e rios. Um programa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com as prefeituras paulistas, facilita o acesso dessas pessoas e permite com que elas possam ter o prazer de entrar na água e se divertir. É o Praia Acessível, desenvolvido em 30 cidades do litoral e interior de São Paulo.

O programa funciona assim: a secretaria fornece cadeiras específicas feitas com pneus especiais que permitem superar as dificuldades de locomoção na areia e com altura suficiente para entrar na água em profundidade segura.

As prefeituras participam com a seleção de equipes de suporte, compostas de acompanhantes e guarda-vidas, para supervisão e orientação aos banhistas. Mais de 25 mil pessoas com deficiência e idosos já foram beneficiadas pelo Praia Acessível.

No litoral paulista, participam da iniciativa as prefeituras de São Sebastião, Ilhabela, Bertioga, Guarujá, Caraguatatuba, Praia Grande, Itanhaém, Iguape, Cananéia e Mongaguá. O Praia Acessível foi criado em 2010 e em 2012 passou a ser desenvolvido também em praias de rio. Podem participar moradores locais e visitantes.

As prefeituras e organizações não governamentais conveniadas mantém postos de atendimento do programa nas praias de mar e de rios. Para participar, os interessados devem estar acompanhados e apresentar um documento de identidade. Acesse o site da Secretaria das Pessoas com Deficiência  para mais informações sobre o Praia Acessível.

 

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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