Alunos de Design de Interiores trabalham com acessibilidade

O trabalho, desenvolvido pelo Projeto Container, ganhou exposição no Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo

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Unir sustentabilidade e acessibilidade à adaptação de pequenos espaços é o desafio proposto pelo Projeto Container aos alunos do curso de Design de Interiores da Universidade Metodista de São Paulo. Utilizando criatividade e conceitos aprendidos no curso, os estudantes criam espaços agradáveis e funcionais dentro de containers, seguindo uma tendência mundial de reaproveitamento dessas estruturas que antes eram descartadas.

Neste ano, os alunos tiveram que desenvolver a casa de uma família fictícia formada por pai, mãe e filho cadeirante de 12 anos, além de ser uma casa acessível para a cadeira de rodas, os estudantes tiveram que criar um ambiente de trabalho para os pais. “Foi muito legal. Diferente de outros trabalhos do curso, esse deixou de ser um projeto e virou um espaço real”, relata Bárbara Esteves, de 20 anos, formanda de Design de Interiores.

Separados em quatro escritórios de design, apresentaram suas propostas, planejaram e desenvolveram os ambientes. “Esse projeto os ajuda a compreender um contexto em que vão se inserir no mercado, no saber projetual e também na prática de execução, como se faz para pintar, como faz para montar o ambiente e ter a prática mesmo”, diz Jair Oliveira, professor do curso e organizador do projeto.

O resultado está exposto até o dia 18 de dezembro no Piso 1 do Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, local onde há grande visibilidade para o trabalho dos alunos e da Metodista. Os estudantes ficaram na exposição entre os dias 2 e 4 deste mês, tirando dúvidas e apresentando o trabalho ao público do shopping. “A gente teve um retorno muito legal, teve bastante repercussão. Os alunos relataram que várias pessoas estranhas ao curso tiveram acesso a essa exposição”, comenta.

A sustentabilidade é um dos temas de maior relevância atualmente e o reaproveitamento de containers é uma maneira de trazer o conceito também para a estrutura de casas, evitando o descarte das estruturas no meio ambiente e, ainda, economizando dinheiro.

Fonte: Universidade Metodista de São Paulo

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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