Diversidade na Rua promove debate sobre informática adaptada

Paulo Henrique, professor de Informática do ILBES, participará do bate-papo que acontecerá no site do projeto, promovido pela Mercur

Foto de um teclado de computador, e, no lugar da tecla Enter, há o botão com o símbolo de acessibilidade, com um boneco em uma cadeira de rodas
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A inclusão digital possibilita o acesso às tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade, além de despertar a curiosidade pelo novo, trazendo autonomia e ampliando a liberdade de cada indivíduo.

Por isso, na próxima quinta-feira, dia 19 de janeiro, o site do projeto Diversidade na Rua da empresa Mercur realizará um debate aberto sobre a importância da Informática Adaptada na vida das pessoas com deficiência visual. O evento conta com a participação de Paulo Henrique, professor de Informática Adaptada pela ONG Instituto Luís Braille do Espírito Santo.

Alguns tópicos serão discutidos como, por exemplo, principais programas leitores de tela, barreiras físicas e virtuais no processo de aprendizagem e o deficiente visual no mercado de trabalho.

“No início do meu projeto, precisei me adaptar. Foi difícil, mas procurei me colocar no lugar de cada aluno para entender suas necessidades e seu ritmo de aprendizado. Lembro que houve um pouco de receio por parte dos alunos nas primeiras aulas, pensaram: “como uma pessoa que não tem deficiência vai saber nos dar aula?”. Para vencer esse sentimento dos alunos, mostrei que, realmente, eu estava ali para os ensinar e ajudar com educação e respeito”, declara Paulo.

Sobre Paulo:
Paulo Henrique tem 27 anos e é Professor de Informática Adaptada para pessoas com deficiência visual. Conheceu, em 2015, a ONG ILBES (Instituto Luís Braille do Espirito Santo), onde realiza o trabalho de inclusão digital com alunos de diferentes necessidades e faixas etárias.

Debate aberto Diversidade na Rua
Tema: Informática adaptada para pessoas com deficiência visual
Quando: quinta-feira, 19/1, 19h
Obs.: para participar acesse o link www.diversidadenarua.cc/debate

 

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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