Instituto Mauricio de Sousa e Fundação Dorina selam parceria

O evento para oficializar a união ocorre nesta quinta-feira, 19, e conta com a sessão de Cine Gibi Acessível com audiodescrição para cegos

Compartilhe:

O Instituto Instituto Mauricio de Sousa e a Fundação Dorina Nowill para Cegos vão selar a parceria em um evento na próxima quinta-feira, 19h, às 11h. A união tem como objetivo o desenvolvimento de um projeto voltado para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual, por meio de materiais educativos e produtos acessíveis, que terão a imagem da personagem Dorinha estampada. Parte da renda será revertida para manter o projeto.

Dorinha foi uma das primeiras personagens com deficiência a integrar a Turma da Mônica. Ela foi criada por Mauricio de Sousa, inspirada em Dorina Nowill, e foi apresentada ao público quando chegou às bancas, em novembro de 2004. Quase 13 anos se passaram e essa iniciativa promete ampliar a aparição da personagem, que representa os portadores de deficiência visual nas histórias em quadrinhos mais famosas do Brasil.

“Esta parceria é um grande ganho para todos! Vamos pensar em produtos diversos, para todos os públicos e que possa ampliar a presença de uma personagem que pode mudar a consciência e aumentar o conhecimento sobre a deficiência visual desde a infância”, afirma Ika Fleury, presidente do Conselho da Fundação Dorina Nowill.

Ainda no dia 19, às 9h30, haverá uma sessão especial de Cine Gibi 8 com audiodescrição, para crianças com e sem deficiência, na Fundação Dorina.  Na ocasião, a Turma da Mônica fará uma surpresa aos pequenos, e o evento contará com a presença do desenhista Mauricio de Sousa.

Cine Gibi Acessível

Além da personagem Dorinha e da admiração mútua entre Mauricio de Sousa e Dorina Nowill, a relação entre as marcas é ainda maior. A Fundação Dorina – por meio de sua empresa de produtos e serviços de acessibilidade, a DNA Editora e Soluções em Acessibilidade – é responsável pela audiodescrição nos episódios dos filmes do Cine Gibi, produzidos pela Mauricio de Sousa Produções.

“A audiodescrição é um recurso muito importante para que as pessoas com deficiência visual tenham acesso às imagens contidas em filmes, livros, revistas e ambientes”, explica Ika Fleury. “O Cine Gibi acaba sendo uma forma bem interessante de as crianças poderem aproveitar as historinhas com inclusão e acessibilidade”.

Cine Gibi Acessível
Quando:
 quinta-feira, 19/1, a partir das 9h30
Onde: Auditório da Fundação Dorina Nowill
Endereço: Rua Diogo de Faria, 558, Vila Clementino, São Paulo – SP

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *