Musical infantil com interpretação em Libras

O espetáculio, que estreia no dia 28 de janeiro, também aborda inclusão

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A dramaturga e pedadoga Liliane Zimermann percebeu que a acessibilidade no teatro para crianças é uma questão sensível e com poucas ofertas de produção. Foi assim que nasceu o espetáculo “Coração de Herói”, que aborda o tema da inclusão. As apresentações estreiam no dia 28 de janeiro, sábado, às 12h, no teatro Vidadalata, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. Os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada).

A história se passa no quarto de um menino, que vira cenário de uma grande e bela aventura como acontece no imaginário criativo das crianças. Os brinquedos tomam vida a partir das músicas tocadas ao vivo, e os bonecos fazem parte de uma história cheia de diversão e valores. Enquanto os personagens dos irmãos apresentam o texto em português, os brinquedos fazem as vezes dos intérpretes de libras, ambos interagindo em cena.

Para garantir a inclusão do público, as canções ao vivo e o texto terão interpretações simultâneas em Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) pelos próprios atores. “Comecei a reparar mais na acessibilidade das peças para esse público e a me perguntar como poderia unir minhas duas formações, fazendo do teatro uma ferramenta efetiva de educação. O teatro infantil é uma ótima porta de entrada para esse tema”, explica a diretora.

O espetáculo segue em temporada até o dia 18 de fevereiro, sempre aos sábados, às 12h, com classificação livre. Para mais informações, acesse o site do espaço.

Coração de Herói
Quando: de 28/1 a 18/2, aos sábados, às 12h
Onde: Teatro Viradalata
Endereço:

Fonte: Catraquinha

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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