Projeto #PARAnoivas é tema do Diversidade na Rua

O encontro, promovido pela Mercur, faz parte da série de debates sobre inclusão e acessibilidade em diversas áreas

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Juliana Rezende, 35 anos, é maquiadora profissional. Durante um tempo, ela observou que mulheres com deficiência desistiam de realizar a desejada cerimônia de casamento. O motivo? Não encontravam locais apropriados, vestidos que atendessem às suas necessidades e, principalmente, profissionais interessados na diversidade. Desta forma e inspirada pelas Paralímpíadas, Ju Rezende criou o projeto #PARAnoivas com a intenção de chamar a atenção de todo o segmento de moda e beleza voltado para casamentos e serviços em geral para pessoas com deficiência.

Diante disso, a valorização da diversidade para a vida em sociedade também é um valor para a Mercur. Por isso, na próxima terça-feira, dia 14 de fevereiro, às 19h, o site do projeto Diversidade na Rua, da empresa Mercur realizará um Debate Aberto ao público sobre deficiência e beleza.

“Não existe uma preocupação do mercado de beleza e moda para atender pessoas que possuem algumas necessidades específicas. Ninguém faz vestidos adaptados, por exemplo. As casas de festas também não se preocupam com a questão da acessibilidade para a noiva e precisamos falar sobre o assunto”, afirma Ju Rezende.

Por ser aberto ao público, qualquer pessoa que tenha interesse no tema pode participar do debate, basta acessar o site. O formato é como o de um fórum: as questões são lançadas pelos participantes e todas as respostas podem ser replicadas. Para interagir é preciso fazer um cadastro rápido e simples.

SERVIÇO

Debate aberto Diversidade na Rua
Tema: Beleza x Deficiência
Data: 14 de fevereiro
Horário: 19 horas
Para participar acesse: http://www.diversidadenarua.cc/debate

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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