Pessoas com deficiência visual conhecem parreira e participam da pisa da uva

Apreciadores de vinho e estudantes da bebida milenar, os turistas tiveram a oportunidade de colher a uva na parreira e participar da pisa da fruta

Foto de um cacho de uvas verdes em primeiro plano. em uma área verde, externa.
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Um grupo formado por pessoas com deficiência visual viajou da capital a São Roque (SP) para conhecer uma vinícola neste sábado (11). Apreciadores de vinho e estudantes da bebida milenar, os turistas tiveram a oportunidade de colher a uva na parreira e participar da pisa da fruta, atração que atrai centenas de visitantes durante a vindima, a época de colheita.

A cada toque, uma descoberta diferente, que junto com as explicações de um dos responsáveis pela plantação ajudou o grupo a dar forma na mente daquilo que estava em volta. “Uma delícia! Eu fico pensando que são sensações que vão ficar na memória olfativa o resto da vida”, relata a assistente social, Sandra Paioli Monteiro Cassares.

A sensibilidade aguçada – tato, olfato e audição – tornou a experiência única. Criado há seis anos, o grupo “Ver o vinho” reúne somente pessoas que gostam da bebida e são pessoas com deficiência visual. Todos puderam escolher as uvas que levaram para casa, como Niágara e Lorena, e provar o vinho feito na região. “O sabor bem adocicado e mesmo assim ela não está totalmente madura. É melada, muito saborosa”, complementa a assistente social.

O massoterapeuta Mauro Mantovani se surpreendeu com a maneira de cultivo da fruta. “A engenharia do ‘Y’ que eles explicaram pra nós, no primeiro momento…do ramo subir e o cacho aparecer porque ele fica mais pesado. Uma experiência marcante”, diz.

O passeio é uma oportunidade de conhecer a vinícola, diz a coordenadora do grupo, Daniela Romano. “É quando você consegue entender todo processo, além de uma maneira lúdica, divertida e como ela acontece mesmo”, finaliza.

Fonte: G1

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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