Flamengo lança campanha Paixão Cega

O objetivo da campanha é estimular uma nova forma de experiência para pessoas com deficiência visual e servir como plataforma de relacionamento.

Foto com jogadores do Flamengo entrando em campo em fila. Eles estão de mãos dadas com crianças cegas vestidas com um uniforme branco, onde se lê na camiseta: Paixão Cega.
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A agência de comunicação NBS e o Flamengo criaram a ação “Paixão Cega”, que foi pré-lançada no final do ano passado em uma fase de cadastramento. O objetivo da campanha é estimular uma nova forma de experiência para pessoas com deficiência visual e servir como plataforma de relacionamento em que tanto os esse público quanto voluntários se encontrem para ir aos jogos do clube.

Por meio do site, acessível via desktop e mobile para pessoas com ou sem deficiência, o sistema listará e combinará entre si os cadastros de torcedores de ambas as categorias para realizar o encontro para os jogos. A campanha se baseia no projeto de lei Nº 837/2011, que garante a gratuidade para cegos e acompanhantes não-deficientes frequentarem eventos esportivos e culturais no Estado do Rio de Janeiro.

– Comparecer a um estádio num jogo do Flamengo é uma experiência única e mágica, que vai além de visualizar a partida. Há uma corrente de emoção incrível que é intensa e perceptível para todos, incluídos aí as pessoas com deficiência visual. Nossa ideia é criar um meio de facilitar e estimular a presença da pessoa com deficiência visual e dar a chance para que ela faça uma das coisas mais importantes na vida de um rubro-negro: estar com o Flamengo onde o Flamengo estiver- diz André Lima, sócio e vice-presidente de criação da NBS.

Para promover o lançamento oficial da campanha, o Flamengo convidou 11 crianças com deficiência visual, que moram em Volta Redonda, para acompanharem os jogadores do time na entrada em campo.

– Muitos torcedores fazem um esforço enorme para acompanhar o time. O que procuramos com o projeto “Paixão Cega” é unir rubro-negros em torno de uma coisa maravilhosa: a experiência de estar no estádio apoiando nosso time do coração. O Flamengo é um clube inclusivo e tem que pensar em todos os segmentos de sua torcida – explica Antônio Tabet, vice-presidente de Comunicação do clube.

Fonte: Lance!

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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