Memorial da Inclusão recebe obras de artistas com deficiência intelectual sobre o universo cósmico

Exposição traz obras de alunos do Instituto Olga Kos que produzem telas e esculturas em gesso em comemoração dos 10 anos da fundação

Em fundo verde, ícone de uma silhueta humana com o cérebro desenhado, representando a deficiência intelectual
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O Memorial da Inclusão recebe a mostra “Trajetória Artística” do Instituto Olga Kos em comemoração aos 10 anos da fundação, até o dia 31 de março, das 10h às 17h. A exposição traz 12 obras entre telas e esculturas produzidos por alunos com deficiência intelectual com referência de artistas contemporâneos, como Takashi Fukushima, Caciporé e Yukata Toyota. O espaço está localizado na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10, na Barra Funda.

No espaço estão expostas pinturas abstratas em tela com tinta acrílica e cores fortes e esculturas táteis para pessoas com deficiência visual poderem tatear produzidas em gesso, madeira e metal. Além de retratar o universo, os artistas moldaram em gesso os materiais usados na produção das obras. A exposição possui audiodescrição e impressão dos textos sobre as obras em fonte ampliada e braile.

Além da exposição, no dia 20 de março, das 15h às 16h30, o Memorial da Inclusão receberá uma oficina da artista Maria Goret, que ensinará os artistas do Instituto Olga Kos a pintarem com a boca e os pés. A artista tem deficiência física e suas telas estarão expostas no mesmo local.

Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

Exposição “Trajetória Artística”
Quando: até 31/3, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h
Onde: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10, Barra Funda – São Paulo/SP
Entrada gratuita

* Com informações da assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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