Padef já inseriu mais de 13,5 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Além da intermediação de mão de obra e captação de oportunidades, o programa participa e promove eventos que visam ampliar e garantir a inclusão.

Arte em fundo azul com um ícone que representa um currículo e uma lupa.
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Mais de 13,5 mil pessoas com deficiência já foram inseridas no mercado de trabalho por meio do Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (Padef), desde sua implantação em 1995 pelo Governo do Estado de São Paulo. Além da intermediação de mão de obra e captação de oportunidades, o programa participa e promove eventos que visam ampliar e garantir a inclusão.

Como participar

Primeiramente, as pessoas com deficiência e empregadores devem se cadastrar no site do Programa Emprega SP. Outra opção é comparecer a um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT).  Os documentos necessários para os candidatos são RG, CPF, PIS (quando tiver), carteira de trabalho, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID) e Audiometria (no caso de deficiência auditiva). Quem não tiver o laudo será orientado no próprio PAT sobre como proceder para conseguir a documentação exigida. Para o empregador, é preciso CNPJ, Razão Social, endereço e nome do solicitante da vaga.

Para descobrir o endereço do PAT mais próximo, acesse o site.

Como funciona

Aos trabalhadores, o Padef oferece avaliação de perfil profissional, orientação quanto ao laudo médico e as exigências do mercado de trabalho, encaminhamento para cursos e/ou vagas disponíveis, emissão de carteira de trabalho e habilitação do seguro-desemprego e divulgação de oportunidades de emprego.

Aos empregadores, pré-seleção e encaminhamento de candidatos, salas para processos seletivos, orientação para análise de funções e palestras de sensibilização.

Dados nacionais

Segundo o censo do IBGE 2010, são mais de 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência (23,9% da população). No Estado de São Paulo, existem 9,34 milhões de pessoas com deficiência.

Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2013, 357.797 mil pessoas com deficiência têm emprego formal no país.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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