Exposição traz esculturas abstratas que remetem a formas orgânicas

Os visitantes poderão fazer uma imersão na exposição com vendas nos olhos para a experimentação das sensações táteis

Foto traz nove esculturas da exposição Movimento em Branco. Apoiadas sobre totens, elas são pequenas, brancas e possuem formas abstratas.
Compartilhe:

Até o dia 30 de maio, de segunda a sexta, das 10h às 17h, o Memorial da Inclusão recebe a exposição “Movimento em Branco”, do artista Alfonso Ballestero, com curadoria de Amanda Tojal.

A exposição traz 11 esculturas táteis produzidas em concreto e duas telas feitas em massa e tinta acrílica e isopor. Todas as obras são brancas, abstratas e remetem a formas orgânicas. O espaço está localizado na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10, na Barra Funda.

Além das visitações, mediadas por educadores do Memorial da Inclusão, os visitantes poderão fazer uma imersão na exposição com vendas nos olhos, para que o foco da visita seja na experimentação das sensações táteis. No dias 19 de abril, o artista Alfonso Ballestro ministrou uma oficinas de produção de esculturas tridimensionais, e uma segunda acontece em 20 de maio, das 14h às 16h.

Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir, em um só espaço, fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

Sobre a exposição:

“Movimento em Branco”
Data: até o dia 30 de maio
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h
Local: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP

Fonte: Assessoria (adaptado)

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *