Virada Cultural 2017 terá stand up e musical com tradução em Libras  

A 13º maratona cultural paulistana contará com três atrações com tradução em Língua Brasileira de Sinais

Em um fundo roxo, ícone que representa o símbolo de libras
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A Virada Cultural 2017, que ocorre nos dias 20 e 21 de maio, contará com acessibilidade para surdos e pessoas com deficiência auditiva em três atrações da programação por meio da tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).  O recurso, disponibilizados pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), estará em shows de comédia stand-up e teatro musical.

No tablado Risadaria, montado na José Bonifácio, no sábado, às 20h, os atores Micheli Machado e Robson Nunes apresentam o stand up “Roupa Suja Se Lava No Palco”, em que revelam intimidades do casal de uma forma de sátira e divertida.

No domingo, às 13h, no Vale do Anhangabaú, o musical ‘60! Década de Arromba’, estrelado pela Wanderléa, símbolo da Jovem Guarda, cantando os clássicos da época.

“A inserção de acessibilidade na Virada Cultural de São Paulo garante a participação de toda a população nesta grande festa que estimula a cultura, dança e arte. A presença dos intérpretes de Libras é essencial para que pessoas com deficiência auditiva possam desfrutar plenamente do evento. Inclusão será a marca desta gestão”, comentou o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.

De acordo com o Censo 2010 do IBGE, a cidade de São Paulo possui 516 mil pessoas com deficiência auditiva, sendo 30 mil consideradas surdas.

Promovida pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, a Virada Cultural apresenta uma programação variada, com qualidade e de acesso gratuito. A edição de 2017 acontece a partir das 18h de sábado, dia 20 de maio até às 18h de domingo, dia 21.

Veja a programação completa com a acessibilidade:

Sábado, dia 20 de maio:

Tablado Risadaria
Rua José Bonifácio, 160
20h – Roupa Suja Se Lava No Palco – Micheli Machado e Robson Nunes – Stand Up
21h – MC Guto Andrade, Criss Paiva + Davi Monsour – Stand Up

Domingo, dia 21 de maio:

Palco Musicais
Vale do Anhangabaú
13h – Musical ‘60! Década de Arromba’

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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