Curso de Gastronomia para alunos com Síndrome de Down

Projeto é desenvolvido por voluntários de uma universidade em Sorocaba; Alunos desenvolvem receitas sobre panificação, cozinha saudável e confeitaria

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O portal G1 publicou uma matéria sobre curso de Gastronomia voltado a pessoas com Síndrome de Down. Abaixo, a matéria na íntegra:

O curso de Gastronomia de uma universidade de Sorocaba (SP) desenvolve um projeto que ensina jovens com Síndrome de Down a cozinhar. A turma de 15 alunos põe em prática, uma vez por semana, receitas sobre panificação, cozinha saudável e confeitaria, sob orientação de voluntários.

As aulas de culinária ajudam os chefes especiais a desenvolver as relações intrapessoais, fazendo novos amigos e se tornando mais independentes e organizados. Os alunos que orientam o grupo procuram ficar sempre por perto, para que eles não corram nenhum risco.

“Nós tentamos não usar nenhuma faca afiada, todos os cortes de algum material mais difícil cortamos antes”, afirma a aluna de Gastronomia Bianca Palestrini.

A atividade é um projeto de extensão desenvolvido por voluntários do curso dentro da Universidade de Sorocaba (UNISO), que aplicam técnicas de terapia ocupacional para construir uma relação de confiança com os alunos.

A coordenadora do curso, Maria Ângela Severino afirma que a atividade é uma iniciativa para os alunos especiais interessados também no mercado de trabalho.

“Nós procuramos desenvolver esse amor pela gastronomia, futuramente a gente quer montar um curso de capacitação dos alunos especiais, para que sejam inseridos no mercado de trabalho.” afirma Maria Ângela.

Se tornar uma chefe profissional é o sonho de Fernanda Freitas Banietti, de 42 anos, uma das alunas especiais mais dedicadas as aulas. “Eu vou conseguir realizar, cada um tem que realizar o seu sonho e acreditar em Deus”, finaliza.

Fonte: G1 Notícias

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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