Inclusão pela gastronomia: SP terá cafeteria “hardcore” atendida por pessoas com Síndrome de Down

Espaço divertido e alternativo, no maior estilo bad boy, é uma iniciativa do Instituto Chefs Especiais, que atende gratuitamente 300 pessoas com Síndrome de Down

Foto de uma cozinha, com um grupo de seis alunos com Síndrome de Down, de aproximadamente 10 anos de idade, e uma jovem professora ao centro. Todos posam para a foto segurando ingredientes e vestem domãs e chapéus de cozinheiros
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Nesta quinta-feira, 8, o restaurante Como Assim?!, na capital paulista, inaugura um novo espaço: O Chefs Especiais Café, atendido por pessoas com Síndrome de Down. A ação é uma iniciativa do Instituto Chefs Especiais, que, desde 2006, promove inclusão pela gastronomia.

O local é todo decorado no estilo “Hardcore”, inspirado no Motoclube In’Omertà, parceiro do Instituto em eventos. “A ‘caveira’ representa a igualdade entre todas as pessoas”, explica Simone Berti, cofundadora e gestora do Instituto. O espaço promete um atendimento personalizado, diferenciado e carinhoso, apesar da decoração mais pesado.

Quem for conferir a inauguração poderá experimentar cafés expressos e coados na hora, chás, bolos variados, tortas, quiches, salgados, pães de queijo, croissant e itens variados, alguns produzidos pelos próprios alunos do Instituto Instituto Chefs Especiais. Além disso, a data ainda promete a presença de grandes nomes da gastronomia, como Henrique Fogaça, Carlos Bertolazzi, Guga Rocha, Helô Pinheiro, Alexandre Nero (a confirmar horário), Dalton Rangel e Palmirinha.

O quê: Inauguração do Chefs Especiais Café
Quando: 8 de junho (quinta-feira), das 18h às 22h
Onde: Restaurante Como Assim?!
Endereço: Rua Augusta, 2559 – Jardins
Horário de funcionamento: a partir do dia 09 de junho: De 2ª. a 6ª. feira das 11h às 19h

Fonte: Assessoria

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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