Atendimento prioritário a autistas é aprovado na Câmara de Gravataí/RS

Estabelecimentos serão obrigados a incluir o símbolo do autismo em placas de atendimento preferencial, caso a lei seja sancionada

Símbolo mundial da conscientização do transtorno do espectro autista com um laço formado por um quebra-cabeça, de peças coloridas
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A Câmara de Vereadores de Gravataí, no Rio Grande do Sul, aprovou, em 23 de maio, o Projeto de Lei nº 42/2017. O documento dispõe sobre a obrigatoriedade de estabelecimentos privados a inserirem o símbolo mundial da conscientização do transtorno do espectro autista em suas placas de atendimento prioritário.

A normativa, se aprovada, será aplicada a bancos, supermercados, farmácias, lojas e similares. O desrespeito às especificações deverá incidir em sanções e multas a serem regulamentadas pelo Poder Executivo. O vereador Carlos Fonseca, proponente do projeto, explicou na tribuna os motivos que o levaram a considerar a criação dessa obrigatoriedade.

“A Lei 12.764 de 2012 garante que o autista é considerado pessoa com deficiência para todos os efeitos legais. Mesmo assim, tive relatos de pessoas que se sentiam constrangidas ao estacionarem seus veículos em locais reservados com o símbolo da pessoa com deficiência, pois as pessoas não os identificam como portadores de nenhuma deficiência. Assim, para evitar esse tipo de situação e garantir o respeito e um tratamento adequado para todos, é que fiz esse projeto”, esclareceu Fonseca.

Símbolo do autismo

O símbolo mundial da conscientização do transtorno do espectro autista consiste em um laço formado por um quebra-cabeça, de peças coloridas. A composição semiótica da imagem representa tanto a complexidade do distúrbio quanto a influência que as variações cromáticas exercem no tratamento de pessoas autistas. Com o projeto firmado, o laço deverá figurar ao lado de outros símbolos de atendimento prioritário, como os indicadores para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e pessoas com crianças de colo. (Imprensa/CVG)

Fonte: O Repórter

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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