Pai cria servidor de Minecraft para ajudar crianças autistas

Autcraft requer uma verificação no momento do login, o que garante que apenas crianças ou pessoas com autismo participem

Ilustração do jogo com um rapaz, uma moça e um cachorro correndo. Todos têm formas pixelizadas formadas por cubos
Compartilhe:

Stuart Duncan estava cansado de ver seu filho sofrer preconceito ao jogar Minecraft. A criança tem TEA (Transtorno do Espectro Autista) e, assim como outros autistas, vivencia o quanto grande parte da sociedade ainda não compreende nem respeita o que é o autismo. O pai, pensando nisso, resolveu criar um ambiente mais acolhedor: um servidor dedicado para o jogo chamado Autcraft.

A entrada na sala é permitida após uma verificação no login, para identificar e permitir a entrada apenas de crianças ou pessoas com autismo. Essa foi a forma encontrada por Stuart para evitar que pessoas mal-intencionadas, também chamadas de trolls, entrem e prejudiquem quem quer se divertir. O servidor, atualmente, já tem mais de 8,2 mil membros que conseguem encontrar nele um espaço sem julgamentos ou preconceitos.

“O Autcraft dá às crianças com autismo e às famílias um lugar para jogar o game que amam com pessoas iguais a elas. Eles podem se sentir seguros e confiantes, sendo apenas eles mesmos. Não é fazer com que outras pessoas os aceitem, mas sim eles se aceitarem”, explica Duncan.

Fonte: Tecmundo

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *