App que traduz Libras para áudio já está disponível

Giulia, como foi nomeado, traduz movimentos da Língua Brasileira de Sinais para mensagens de som e também faz o caminho inverso

Em um fundo verde, há um ícone que representa o símbolo de libras
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O lançamento nacional do aplicativo Giulia – Mãos que Falam aconteceu nesta semana, dia 13 de junho, e teve apoio da TIM Brasil. O projeto criado pelo professor Manuel Cardoso permite a comunicação eficaz, em tempo real, entre pessoas com deficiência auditiva que usam a Língua Brasileira de Sinais e aqueles sem qualquer fluência no idioma.

O aplicativo tem base em inteligência artificial e funciona com o celular preso no antebraço do usuário por meio de uma braçadeira equipada com sensor. Ela capta os sinais biológicos dos músculos do antebraço e da mão e transmite por bluetooth. Depois, o smartphone converte esses dados em áudio e sinais executados por um avatar. O Giulia tem ainda funções como despertador, babá eletrônica, conferência e até emergência.

A ação faz parte de uma série de iniciativas do programa TIM Acessível, que promove o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho e a inclusão por meio da tecnologia. A empresa investe no talento de pessoas com deficiência e na educação inclusiva. No ano passado, a operadora lançou os Emoti Sounds, figuras com áudio real que apresentam ao usuário a verdadeira emoção do ícone usado, projeto desenvolvido com colaboração do Instituto Benjamin Constant.

O aplicativo Giulia está livre para download no Google Play.

Fonte: O Estado de S. Paulo

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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