“D+eficiência”: conheça a rede social que conecta pessoas com deficiência

Rede de apoio e aprendizagem virtual pode contribuir com a reabilitação, participação e qualidade de vida de seus usuários

Ilustração lúdica com adultos e crianças, de diversas etnias e idades. Ao centro, há uma garota cadeirante e, do lado direito, uma menina cega
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Uma rede social para que pessoas com deficiência compartilhem suas dificuldades e, dessa forma, recebam auxílio no processo de reabilitação, inclusão social e autonomia. Essa é a proposta da plataforma D+eficiência: um projeto que surgiu da tese de doutorado da professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) Fabiana Faleiros Santana Castro.

Pacientes, familiares, cuidadores e profissionais da área podem participar da rede social. Para utilizar, é necessário apenas a criação de um perfil para interagir com as pessoas por meio de postagem de fotos, vídeos, reportagens e artigos. O principal benefício da plataforma é a presença de conteúdos confiáveis, com supervisão constante de profissionais da saúde.

O projeto é coordenado pela professora Fabiana e fomentado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Edital Tecnologia Assistiva no Brasil e Estudos sobre Deficiência (PGPTA).

A inciativa da USP ainda conta com a colaboração da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e Universidade de Dortmund, na Alemanha.

Fonte: Jornal da USP

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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