Lei estabelece que lojas de roupas em BH tenham provadores acessíveis

Estabelecimentos terão que instalar pelo menos um provador, totalmente adaptado, para pessoas com deficiência

Símbolo da deficiência física, em fundo verde
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Belo Horizonte acaba de dar um passo importante em prol da acessibilidade. A aprovação da lei municipal nº 11.049, que entrou em vigor no dia 1º de junho, institui que lojas de vestuário e semelhantes instalem, pelo menos, um provador adaptado para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A lei é oriunda de um projeto do vereador Jorge Santos, do PRB, e pode gerar multa para o estabelecimento que não seguir a determinação.

12,4% da população possui algum tipo de deficiência só na capital mineira, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011. O maior problema que os cadeirantes enfrentam nesse tipo de loja é o tamanho dos provadores, que, em sua grande maioria, não comportam uma cadeira de rodas. O objetivo da nova regra é garantir acessibilidade plena para essa parcela da população.

Fonte: Bhaz

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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