Biblioteca de Santo André recebe equipamentos para inclusão de PCDs

Kit fornecido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência é composto por itens como software de voz sintetizada, teclado ampliado e mouse estacionário

Em fundo verde, ícone que representa um livro aberto
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Santo André foi uma das cidades paulistas contempladas pelo concurso Acessibilidade em Bibliotecas e receberá kit com equipamentos, destinado à Biblioteca Nair Lacerda. A cerimônia de assinatura do termo de doação dos equipamentos foi realizada nesta terça-feira (15) no Palácio dos Bandeirantes. Na oportunidade, a secretária de Cultura, Simone Zárate, representou o prefeito Paulo Serra.

O concurso, uma iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, selecionou projetos visando a implantação e o aprimoramento dos serviços bibliotecários para pessoas com deficiência nas bibliotecas públicas do Estado de São Paulo. Com a seleção, a cidade receberá um kit de equipamentos de tecnologia assistiva, composto por ampliador automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário, software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA e computador.

De acordo com os responsáveis, o material deverá chegar à biblioteca ainda nesta semana. Como parte do projeto, haverá uma capacitação de funcionários da biblioteca para uso dos equipamentos, oferecida pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Ainda não há prazo para o início da disponibilização dos equipamentos para o público.

Acervo Braille

O novo kit possibilitará a ampliação das ações da Biblioteca Nair Lacerda relacionadas à acessibilidade. A biblioteca já conta com um acervo Braille com 1.571 exemplares e 384 livros falados disponíveis para empréstimo, além de um computador adaptado para deficientes visuais.

Fonte: ABC do ABC

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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