Prefeitura de Olinda promove curso de Libras para secretarias municipais

Ação integra a programação da Semana Estadual da Pessoa com Deficiência

Em um fundo verde, há um ícone que representa o símbolo de libras
Compartilhe:

A Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda promoveu, nesta quarta-feira (29/8), curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para servidores do município. A iniciativa vai ser estendida também para as secretarias de Saúde e Educação, que juntas contarão com 25 vagas para que os funcionários se qualifiquem em Libras.

O evento contou com presença da Secretária Executiva da Mulher e Direitos Humanos, Verônica Braynner, que falou da importância do curso de libras para preparar os profissionais e que a iniciativa vai se estender para as secretaria de Saúde e de Educação. ”O curso de libras é importante para eliminar qualquer tipo de barreiras na convivência”. Afirma.

A presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Carmem Oliveira, destacou a importância de ações com esta. “Esse tipo de atitude mostra atenção na inclusão das pessoas”, pontuou, ela.

Essa ação é mais uma das promovidas pela Prefeitura por conta da Semana Estadual da Pessoa com Deficiência com o tema Transversalizando Políticas Públicas. Na abertura do encontro, ocorreu apresentação com uma pessoa com deficiência auditiva que interpretou o hino de Pernambuco com os sinais de libra.

Palestrante Edmilson Silva, que compõe a Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com deficiência –SEAD, contou que tem que ser levado em consideração o conceito de acessibilidade em relação a comunicação com a pessoa surda. “É importante para os profissionais ter esse momento de aprendizado para poder atender com qualidade as pessoas com deficiência”, ressaltou.

Fonte: Prefeitura de Olinda

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *