Curta-metragem mostra a trajetória da medalhista cega Terezinha Guilhermina

O filme sobre a atleta brasileira campeã nos Jogos Paralímpicos de Londres será exibido no dia 24/9, quinta, às 21h, no SescTV

Foto em close da atleta Terezinha Guilhermina e seu técnico, Guilherme, em uma pista de atletismo. Ela tem os olhos vendados, e alonga os braços na direção da câmera. Ele está atrás dela, auxiliando com seus braços.
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A velocista cega Terezinha Guilhermina conquistou, ao lado de seu guia, Guilherme Santana, duas medalhas de ouro nas provas de 100m e 200m rasos, nos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012. A união dos dois esportistas que marcaram a história do atletismo brasileiro é narrada no documentário A Valsa do Pódio (25’, 2013), dirigido por Bruno Carneiro e Daniel Hanai. A produção estreia no dia 24/8, às 21h, no SescTV, e faz parte da série Diferente Como Todo Mundo, de curadoria de Zita Carvalhosa, que aborda pessoas com deficiência físicas e mentais.

Nascida no município de Betim, interior de Minas Gerais, Terezinha descobriu, ainda criança, que tinha retinose pigmentar – doença hereditária que causa a degeneração da retina e ocasiona a perda gradual da visão. “Mesmo que tenha sido uma notícia drástica, para mim foi um bálsamo, porque eu tive que me preparar para sobreviver e aprender a ser feliz sem enxergar”, conta a atleta sobre a doença que acomete também mais quatro irmãos.

O título do filme faz uma referência à dança realizada pela atleta, junto ao seu guia Guilherme, no pódio dos Jogos Paralímpicos de Londres. “Nós dois somos um, eu com venda e ele sem, mas a gente se completa na pista e forma um time”, comenta Terezinha. Eles falam sobre suas vitórias e trajetórias de vida e revelam a sintonia e o entrosamento que lhes deram fôlego para superar as adversidades e conseguir as medalhas.

Sobre Diferente Como Todo Mundo:
É uma série inédita na televisão, que retrata personagens com deficiências físicas e mentais, sendo protagonistas de suas próprias histórias. Os filmes apresentados participaram, em épocas distintas, do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – fundado por Zita Carvalhosa, em 1989, com correalização do Sesc desde 1996. O recorte é exibido com exclusividade pelo canal e conta com 20 produções brasileiras. A série surgiu a partir de programa de mesmo nome, que integrou a 27ª edição do festival, em 2016, em parceria com o Festival Internacional do Filme, em Cannes, na França.

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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