Pessoas com deficiência visual passam a contar com acessibilidade em bibliotecas de São Paulo

14 municípios estão em treinamento para uso dos equipamentos pelo projeto Acessibilidade em Bibliotecas; até outubro serão 62 bibliotecas equipadas em SP

Em um fundo azul, ícone de cego com um cão-guia
Compartilhe:

O Centro Cultural São Paulo está promovendo treinamento de profissionais do serviço bibliotecário de 14 municípios para uso dos equipamentos de tecnologia assistiva que asseguram às pessoas com deficiência visual o acesso à leitura. Os utensílios foram entregues através do projeto Acessibilidade em Bibliotecas, que beneficiou 62 bibliotecas de 55 municípios.

Até outubro, todas as contempladas passarão pelo workshop. O projeto é uma parceria firmada por meio de convênio entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Fundo de Interesse Difusos (FID) da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo

Na capital, as bibliotecas “Mario Schenberg”, “Paulo Setubal”, “Prefeito Prestes Maia”, “Vicente Paulo Guimarães” e “Alvares de Azevedo” receberam equipamentos do Kit Tipo 1 (ampliador automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário, software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA e computador). Já a biblioteca “Louis Braille”, do Centro Cultural São Paulo, recebeu também display e impressora em braile.

Na ocasião, o treinamento será ministrado aos municípios de Arujá, Cajamar, Caraguatatuba, Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Jundiaí, Lorena, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, São Paulo, Suzano e Taubaté.

As bibliotecas contempladas participaram do Concurso Acessibilidade em Bibliotecas, cujos interessados elaboraram um projeto de como pretendem ampliar a frequência de usuários com deficiência em sua unidade e forneceram informações sobre o funcionamento da unidade. Os projetos foram selecionados por uma comissão julgadora.

As beneficiadas deverão efetuar pesquisa de satisfação junto aos usuários dos equipamentos, apresentar relatório semestral sobre o número de usuários e as ações desenvolvidas com base nos equipamentos disponibilizados.

Fonte: Assessoria

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *