Instituição Beneficente Nosso Lar ressalta a importância do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

IBNL realiza ações voltadas para melhorar a qualidade de vida da Pessoa com Deficiencia e de suas famílias

Arte em fundo verde, com os símbolos das deficiências intelectual, visual, física e auditiva, em fundo verde
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Hoje é comemorado o Dia da Luta Nacional das Pessoa com Deficiência, data que tem como objetivo chamar atenção da sociedade para a participação absoluta em igualdade de condições desses indivíduos. Segundo Censo Brasileiro realizado pelo IBGE, realizado em 2010 o total de pessoas que declararam possuir ao menos uma deficiência severa no Brasil foi de 12.777.207, representando 6,7% da população brasileira.

A Instituição Beneficente Nosso Lar, que tem convênio firmado com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), oferece Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência – PcD, na modalidade de Núcleo de Apoio à Inclusão Social para PcD – NAISPcD. Além disso, também disponibiliza Serviço de Apoio as Famílias de PcD.

“Nosso objetivo dentro deste cenário brasileiro é auxiliar no desenvolvimento das potencialidades da PcD, em todos os ciclos da vida. Isso é possível por meio de programas que integram as necessidades básicas, acompanhadas por uma equipe técnica multidisciplinar, envolvendo familiares e a comunidade, com metas para a inclusão social”, destaca a presidente da Instituição Beneficente Nosso Lar, Mirandolina Lage Thieves.

Segundo dados de 2016 divulgados pela IBNL, anualmente, são realizados no Nosso Lar cerca de 75 mil atendimentos a PcD e famílias, que contam com o apoio de 140 voluntários ativos. A manutenção financeira da Instituição é composta por 59% de doações espontâneas de pessoas físicas ou jurídicas e 41% dos convênios com os órgãos públicos.

“O apoio à garantia de direitos da PcD é um trabalho diário que colabora com a inclusão na sociedade, mercado de trabalho e também na independência e, para evitar que a desigualdade, a exclusão, o preconceito e a falta de acesso aos serviços seja um impedimento na vida desses indivíduos que merecem a nosso respeito e solidariedade”, finaliza a presidente.

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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