Parque em Mangaratiba cria trilha inclusiva para PCDs

A trilha do Curumim, no Parque Estadual Cunhambebe, é interpretativa, sensorial e inclusiva, com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

Foto de uma trilha repleta de árvores, com um caminho em terra ao meio. Cinco pessoas, de diferentes idades, estão andando. À frente, está uma jovem negra, cadeirante, que sorri.
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Em Mangaratiba, no Rio, há um parque com trilha adaptada para Pessoas com Deficiência. A trilha do Curumim, no Parque Estadual Cunhambebe, é interpretativa, sensorial e inclusiva, com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Ela se conecta na região do Vale do Sahy com a Trilha da Ruína, uma estreita faixa de terra entre a montanha e o mar.

A ideia de uma trilha adaptada surgiu em junho deste ano, na Semana do Meio Ambiente, quando o Parque Cunhambebe recebeu uma visita de alunos da Escola de Educação Especial de Mangaratiba Emanuela Ribeiro de Souza, que atende pessoas com deficiência visual e intelectual, paralisia cerebral, entre outras. Na ocasião, 25 jovens participaram de atividades de educação e interpretação ambiental conduzidas pela equipe do Parque.

Assim, a trilha do Curumim foi inaugurada no final de agosto e seus primeiros visitantes foram os alunos da Escola de Educação Especial. O dia foi de fortes emoções para a equipe, as crianças e suas famílias. Eles tiveram a chance de conhecer a natureza através de seus sentidos, plantar mudas de espécies nativas e até atravessar o rio por uma passarela flutuante.

Em 21 de setembro, Dia da Árvore e da Pessoa com Deficiência, a trilha do Curumim recebeu novos visitantes da Escola. Os guarda-parques e as crianças plantaram mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, emocionando a todos mais uma vez.

O Parque Estadual Cunhambebe é gerido pelo Inea-RJ e o Viva Rio é responsável pela equipe de Guarda-Parques.

Fonte: Vivario

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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