Luiza Caspary fala sobre empoderamento feminino em clipe com audiodescrição

Na canção inédita, Luiza evoca os direitos da mulher, com o propósito de tratar e ser tratada com respeito.

Foto artística e em plano médio fechado da cantora Luiza Caspary. A imagem indica movimentação, com a cantora olhado para frente e para o lado direito ao mesmo tempo. Ela é jovem, branca, com cabelos longos e claros, e está com os ombros e braços desnudos. Seu semblante é sério e questionador.
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A cantora gaúcha Luiza Caspary lançou uma versão do seu mais novo single, “Primeiramente, Respeito”, com audiodescrição para cegos. A busca de novas formas para acessibilizar seus trabalhos é uma das características da artista, que busca tornar sua obra inclusiva para todos.
Na canção inédita, Luiza evoca os direitos da mulher, com o propósito de tratar e ser tratada com respeito. O vídeo, filmado no bairro do Brás, na cidade de São Paulo (SP), traz a artista e suas amigas dançando em ruas vazias e escuras, reforçando a ideia de que o lugar da mulher é onde ela quiser.

Dirigida e roteirizada pela própria artista e pela diretora Erika de Faria, a canção foi composta pela cantora e produzida por Lou Schmidt. “Lançar uma música como essa é muito especial, principalmente pelo lado coletivo da coisa”, comenta a cantora sobre a equipe totalmente feminina por trás do filme​. “Ao mesmo tempo e infelizmente, a música traz essa urgência e atualidade na letra, de que nos pedem muito por respeito, porém não nos tratam igual. No ônibus, na rua, na escola ou até mesmo em casa, é respeito o que queremos, mas dificilmente é o que recebemos”, declarou Luiza.

O lançamento é um single solto de Luiza, que atualmente se prepara para o lançamento de seu próximo álbum cheio, com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2018.

Confira o clipe com audiodescrição abaixo:

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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