Projeto leva pessoas com deficiência visual para pedalar

O Pedaleiros começou em dezembro de 2015 e já levou mais de 1.200 pessoas com deficiência visual para pedalar em diferentes lugares do Rio de Janeiro.

Foto de pessoas andando de bicicleta
Compartilhe:

O Projeto Pedaleiros retorna ao Rio de Janeiro com duas etapas e leva pessoas com deficiência visual para pedalar em na Praça Mauá, no sábado, dia 21, e em Niterói (local a definir), no sábado, dia 28 de outubro.

A iniciativa tem sempre participação gratuita e dura quatro horas, das 10h às 14h. Não é necessário fazer inscrição prévia.

Conheça o projeto

O Pedaleiros começou em dezembro de 2015 e já realizou nove etapas levando mais de 1.200 pessoas com deficiência visual para pedalar em diferentes lugares do Rio de Janeiro. De Copacabana a Nova Iguaçu, de Madureira à Lagoa Rodrigo de Freitas. Já estão programadas outras quatro na capital fluminense, ainda em 2017, para levar essa experiência a um maior número de pessoas.

Sem fins lucrativos, Pedaleiros tem base em uma das principais dificuldades das pessoas com deficiência visual: a mobilidade. Pensando na atenção que é preciso dar à saúde dessas pessoas, o projeto coloca todos em convívio social e oferece um momento único de liberdade.

Pedaleiros Guias capacitados usam bicicletas no formato tandem – é como uma bike, mas que pode ser conduzida por mais de uma pessoa – para fazer o passeio com as pessoas com deficiência visual enquanto descrevem todo o percurso. Pessoas sem deficiência visual também podem desfrutar da sensação, fazendo o passeio vendadas.

Fonte: Catraca Livre

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *