Anitta recruta bailarinos com Síndrome de Down e deficiência física

A cantora apresentou alguns de seus novos companheiros de palco via stories do Instagram na semana passada

Anitta no palco com seus dançarinos - um deles com síndrome de Down
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Anitta segue quebrando todos os padrões: para sua apresentação no Prêmio Multishow, que rolou na última terça-feira, a cantora recrutou um time de novos bailarinos, entre eles, pessoas com deficiência física, Síndrome de Down, plus size… E viva a diversidade!

Ela apresentou alguns de seus novos companheiros de palco via stories do Instagram na semana passada. Felipe Rodrigues, que tem Síndrome de Down e já dançou ao lado de Valesca Popozuda e Naldo, fez sucesso com os seguidores da cantora. “É, tá todo mundo falando de você. Uma fama, uma loucura. O Brasil te ama!”, disse ela.

A ação, porém, não passou ilesa de críticas. Alguns internautas acusaram a carioca de querer chamar atenção a todo custo. Ela rebateu os comentários afirmando que o intuito é jogar luz sobre os casos de pessoas com deficiências. “Depois as pessoas ainda perguntam por que o Brasil não anda bem. Estou doida pra chamar atenção mesmo… pra um assunto muito importante que o nosso povo quase não dá atenção. Pessoas assim têm limitações. Mas não é impossível de trabalhar. É preciso adequar agenda, estrutura local, custos, limitações de cada um para estar dentro de um show inteiro…”, escreveu.

Beatriz da Rocha Ribeiro, dona de casa de 52 anos, é outra que integra a nova equipe de bailarinos. Ela é mãe de Thais Carla, modelo plus size e dançarina do time fixo de Anitta. Além de Felipe e Beatriz, quem mais faz parte do novo crew são Felipe Campus, de 33 anos, bailarino e modelo plus size, Camille Rodrigues, 25, atleta paralímpica da seleção brasileira de natação, e Vanessa Abreu, 29, bailarina e cadeirante.

Fontes: UOL e UAI

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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