Mostra “Sentir prá Ver” leva arte inclusiva para São Luís

Reproduções fotográficas de obras pertencentes ao acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo chegam ao Maranhão em novembro

Foto do busto de uma mulher de meia idade. Ela tem cabelos castanhos curtos, usa chapéu preto, brincos azuis e uma blusa branca com manchas em diversos tons de azul e bege
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A Galeria de Arte do Sesc Centro recebe a exposição “Sentir prá Ver”. Ela abre no dia 31 de outubro de 2017 (terça-feira) e vai até 19 de dezembro de 2017. A mostra lançada pelo Serviço Social do Comércio no Maranhão (Sesc-MA) faz parte da 20ª edição do projeto ‘Mãos à Obra’.

14 reproduções fotográficas estarão presentes no evento. O objetivo é promover acessibilidade à cultura e despertar sensações por meio de variados sentidos. A entrada é franca.

As 14 obras selecionadas para compor a mostra são fotografias que incluem produções brasileiras do fim do Século XIX a meados do Século XX. Além de obras das principais temáticas das artes plásticas. Natureza morta, retrato e paisagem urbana estão entre esses temas.

“A exposição ‘Sentir prá Ver’ foi concebida segundo padrões de acessibilidade universal. A ideia é facilitar o acesso e a fruição de obras de arte não somente por meio do sentido visual, mas também por outros sentidos, como o tátil, o auditivo e o olfativo, fazendo da cultura e o seu patrimônio artístico um real instrumento de inclusão social”, explicou Amanda Fonseca Tojal, curadora e coordenadora pedagógica da exposição.

A programação do projeto ‘Mãos à Obra’ traz também ações formativas como encontro de formação, workshop, roda de diálogo e oficina ministrados por Amanda Tojal.

O quê: Exposição “Sentir prá Ver”
Quando: Sábados e domingos, até 11/6, às 16h
Onde: Galeria de Arte do Sesc
Endereço: Avenida Gomes de Castro, sem número, Centro. São Luís/MA
Telefone: (98) 3216-3830
Entrada franca

Fonte: Blog do Maurício Araya

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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