São Paulo sedia 11ª Paralimpíadas escolares

Estado é o maior vencedor da competição com cinco vitórias e possui o maior número de atletas desta edição

Arte em fundo verde, com os símbolos das deficiências intelectual, visual, física e auditiva, em fundo verde
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O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, receberá 944 atletas de 12 a 17 anos para a 11ª edição das Paralimpíadas Escolares. Pela primeira vez, todos os estados brasileiros e o Distrito Federal serão representados na maior competição escolar paralímpica do mundo. Além de sediar a competição, São Paulo é o estado com mais representantes. São 104 atletas dos quais 70 estão matriculados na rede estadual de ensino. A abertura oficial da edição 2017, acontece hoje (21), no Pavilhão Oeste do Anhembi. As disputas ocorrerão todas no CT Paralímpico, de 22 a 24 de novembro.

Nesta temporada, haverá dez modalidades no programa. A novidade fica para o futebol de 5 (para cegos) e o basquete em cadeira de rodas (formato 3×3). A competição ainda conta com atletismo, bocha, futebol de 7 (para paralisados cerebrais), goalball, judô, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas.

Os três primeiros lugares de cada gênero e classe das modalidades individuais ganham uma Bolsa Atleta nível escolar, do Ministério do Esporte. Nas modalidades coletivas, são selecionados três atletas de cada gênero por meio de votação dos técnicos e árbitros da respectiva categoria.

São Paulo venceu as duas últimas edições e é o maior vencedor das Paralimpíadas, com cinco conquistas desde a primeira temporada, em 2006. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com quatro troféus.
Confira a programação da 11ª Paralimpíadas Escolares:

Fonte: Assessoria

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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