Acessibilidade em Biblioteca chega a Catanduva

Catanduva é um dos municípios selecionados pelo projeto Acessibilidade em Biblioteca, do Governo do Estado de São Paulo

Foto de duas mulheres em uma biblioteca, com dispositivos acessíveis para leitura à frente.
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A Prefeitura de Catanduva celebra mais uma conquista a partir de projeto apresentado pela Secretaria Municipal de Cultura no concurso Acessibilidade em Biblioteca, do Governo do Estado de São Paulo. A proposta garantiu equipamentos para compor a Biblioteca Acessível de Catanduva, já em pleno funcionamento.

O kit da Biblioteca Acessível consiste num acervo em Braille com equipamentos que facilitam o acesso à pessoa com deficiência visual: computador, ampliador automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário e software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA.

O novo espaço, destinado a pessoas com deficiência visual, compõe a estrutura da Biblioteca Municipal Embaixador Macedo Soares. Em todo o Estado, foram selecionadas 62 bibliotecas – incluindo Catanduva.

A utilização da biblioteca deve ser feita por meio de agendamento de horário. Desta forma, o profissional capacitado para auxiliar e orientar os usuários durante o uso do equipamento poderá fazer um atendimento personalizado.

“O objetivo é promover o acesso à informação, com segurança, autonomia e conforto aos cegos ou com deficiência visual nas dependências da Biblioteca Municipal. O local é um espaço fundamental de difusão do conhecimento e, por isso, deve ser dinâmico e inclusivo”, comenta a diretora de Cultura, Cris Anovazzi.

Com a novidade, a Prefeitura dá mais passo no sentido de oferecer aos frequentadores ferramentas e equipamentos necessários à pesquisa. “Nas atividades do dia a dia, o ambiente deve ser preparado para as diferenças, de modo a permitir o acesso e a integração plena às suas instalações”, reforça.

O acervo aberto e acessível está disponível no site catanduva.phl-net.com.br, e a Biblioteca Municipal conta com aproximadamente 61 mil exemplares de livros, 178 títulos de livros em braille e 175 títulos de audiolivros.

A Biblioteca Municipal Embaixador Macedo Soares compõe o Centro Cultural de Catanduva, situado na avenida São Domingos, 880. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3525-0911.

Fonte: O Regional

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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