Expo 21 traz obras de pessoas com deficiência intelectual

A mostra itinerante foi produzida por participantes de projeto organizado pelo Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (IOK)

Em fundo roxo, ícones que representam um quadro e cortinas de veludo
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O Centro Educacional Unificado (CEU), na zona sul de São Paulo, vai receber a sexta etapa da “Expo 21 – A Era da Inclusão”, de 23 à 31 de janeiro. O projeto tem por objetivo valorizar a produção artística de pessoas com deficiência intelectual, exibir o seu trabalho e dar maiores condições de acesso aos bens culturais, às oportunidades de superação de sua situação de exclusão, bem como a formação de valores positivos de participação na vida social.

A mostra que já percorreu outras instituições da cidade, prevê sete exposições Itinerantes mais uma exposição final com obras de Arte feitas por participantes com Deficiência Intelectual, do Programa “Pintou a Síndrome do Respeito”, do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (IOK).

“Nossa intenção é educar a emoção através da Arte, promover jovens e adultos pensadores e questionadores, expandindo os horizontes da inteligência. Pessoas que têm acesso aos bens culturais são determinadas, criativas e vivem melhores em sociedade”, destaca Olga Kos, vice-presidente do IOK.

O Instituto Olga Kos acredita na inclusão intelectual, realizando oficinas de arte, dança e esportes e incentivando as produções artísticas de seus participantes por meio de eventos e exposições. A entidade atende cerca de 3.500 pessoas com deficiência intelectual e sem deficiência, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e moram em regiões próximas aos locais onde as oficinas são realizadas.

Assim como aconteceu nas outras etapas do projeto, três novas obras foram escolhidas para compor a exposição final que será realizada na semana do Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21/3/2018. O nome EXPO 21 é uma alusão ao terceiro cromossomo que se liga ao par 21 do código genético e dá origem à Síndrome de Down.

O quê: 6a. EXPO 21 – A Era da Inclusão
Quando: 23 a 31/1, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Onde: CEU – CIDADE DUTRA
Endereço: Avenida Tomás de Sousa, 552 – Jardim Monte Azul – São Paulo – SP – Brasil
Obs.: entrada gratuita

Fonte: Portal Terra

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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