CPB cria Centro de Formação para jovens com deficiência

As atividades do Centro de Formação Esportiva – Esportes Paraolímpicos serão realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, a partir de abril

Foto de um grande salão com diversas mesas de tênis de mesa. Em destaque, um instrutor orienta dois garotos de aproximadamente 14 anos, que seguram raquetes
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A partir de abril, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) contará com o Centro de Formação Esportiva –  Esportes Paraolímpicos. As atividades serão realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. O projeto promoverá a iniciação de até 350 jovens – das cidades do entorno do CT – com deficiência nas modalidades atletismo, bocha, futebol de 5, goalball, judô, natação, tênis de mesa e voleibol sentado.

Poderão participar do projeto jovens de 10 a 17 anos com deficiência visual, intelectual ou física – dentro da classificação funcional reconhecida no esporte paralímpico. Como muitos destes alunos nunca competiram e, conseguintemente, não possuem este tipo de classificação, ocorrerão festivais mensais que serão uma oportunidade para realizá-la.

O projeto tem como objetivo a experimentação, de forma que cada jovem aprenderá as modalidades elegíveis para sua deficiência. Por exemplo, um atleta deficiente intelectual poderá ter atendimento de atletismo, natação e tênis de mesa, passando no máximo três meses em cada uma delas. O Centro de Formação Esportiva disponibilizará, além do atendimento esportivo, transporte, lanche, uniforme e material, gratuitamente.

Inicialmente, os atendimentos acontecerão de segunda a quinta-feira, em dois horários, das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30. Os alunos terão as aulas duas vezes por semana, em um dos horários, podendo ser às segundas e quartas ou às terças e quintas-feiras.

Pessoas dentro desta faixa etária podem ser inscritas por meio do endereço formacaoesportivaparalimpica@cpb.org.br. Dúvidas e mais informações também podem ser sanadas por meio deste correio eletrônico.

Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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