Pessoas com deficiência testam novas bikes adaptadas em Salvador

Magrelas do Bike Sem Barreiras ficam disponíveis todo domingo na Magalhães Neto, no bairro da Pituba

Foto de uma avenida, com dois homens jovens de capacete guiando uma bicicleta adaptada, com dois bancos e dois guidões
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O portal Correio 24h publicou uma matéria sobre as novas bicicletas adaptadas para pessoas com deficiência. Confira o texto na íntegra:

A designer Mariana Andrade, 23 anos, via todos os seus amigos pedalando e não podia acompanhá-los. Uma paralisia cerebral comprometeu seus movimentos das pernas e ela não encontrava bicicletas adaptadas. “Comecei a procurar esse ano, mas não encontrei nada muito barato. Acabei desistindo”, contou.

As comemorações do aniversário de Salvador, capital baiana, fizeram este sonho de Mariana se tornar realidade. Na manhã deste domingo (25), pessoas com mobilidade reduzida puderam experimentar esta sensação tão comum de andar em cima de uma magrela.

O projeto Bike Sem Barreiras disponibilizou gratuitamente três tipos de bicicletas adaptadas e monitores na Avenida Magalhães Neto para que mais pessoas tivessem acesso ao programa Salvador Vai de Bike, que democratizou o acesso dos soteropolitanos às bicicletas.

Em um dos modelos, a pessoa ficava em uma espécie de cadeira acoplada a uma bike, em outro o ciclista especial pedalava com as mãos, e o terceiro tipo era uma bicicleta dupla, em que o monitor ia na frente conduzindo o guidom e a outra pessoa, atrás, pedalando.

“Foi muito bom usar a bicicleta em que eu pude pedalar com a mão. É maravilhoso você estar lá, fazer o esforço e ver o resultado. Agora estou animada para as próximas edições”, disse a jovem, cheia de empolgação.

Ela foi acompanhada da amiga Ana Caroline Andrade, 22, que disse que foi Mariana que chamou os amigos para conferir a novidade.

A partir deste domingo (25), as bikes adaptadas com os monitores estarão disponíveis todo domingo, das 8h às 12h, na Magalhães Neto, na Pituba. A iniciativa é uma parceria do Movimento Salvador Vai de Bike com a Unidade de Políticas para Pessoa com Deficiência (UPCD), Faculdade Maurício de Nassau e apoio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

Mais esporte

Quem gosta de esporte teve opção de sobra neste domingo ensolarado. O dia começou com a corrida comemorativa Salvador 10 milhas. Com largadas simultâneas no Rio Vermelho e Igreja da Conceição da Praia, no Comércio, a prova teve um ponto de chegada todo especial: a Ponta de Humaitá.

O tradicional passeio ciclístico de aniversário da cidade, realizado pelo Movimento Salvador Vai de Bike, não deixou de acontecer este ano. A novidade ficou por conta dos locais de partida e chegada. Cerca de 500 ciclistas saíram às 8h do Salvador Shopping e pedalaram até o Farol da Barra.

Fonte: Correio 24h

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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