Memorial da Inclusão expõe reproduções acessíveis sobre o Saci-Pererê

Exposição “Isso é coisa de Sacy!” conta com 20 cartuns e suas reproduções acessíveis elaboradas por pessoas com e sem deficiência visual

Ilustração em fundo amarelo do Saci Pererê fumando um cachimbo. Ele é negro, usa gorro e touca vermelhas e está de perfil, no lado direito
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O Memorial da Inclusão recebe a mostra “Isso é coisa de Sacy!”, de 6 de abril a 29 de maio. A mostra é composta por 20 cartuns de artistas brasileiros sobre o personagem do folclore brasileiro Saci-Pererê. Ao lado de cada obra original será exposta sua respectiva reprodução acessível criada por pessoas com e sem deficiência visual. A mostra pode ser visitada de segunda a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h. O Memorial da Inclusão está localizado na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10, na Barra Funda.

As obras foram produzidas com materiais como papel fotográfico com folhas em E.V.A., botões, barbantes e relevos para criar texturas e possibilitar a diferenciação pelo toque. Presente na cultura popular brasileira e popularizado pelo escritor Monteiro Lobato no ano de 1919, o Saci-Pererê é um dos principais personagens do folclore brasileiro. Os cartuns expostos na mostra propõem debater, com bom humor, o direito à diferença corporal e à diversidade humana com base na complexidade das lendas em torno do Saci.

Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

O quê: Exposição Isso é coisa de Sacy!
Quando: de 6/4 a 29/5; de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h
Onde: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP
Obs.: Entrada gratuita

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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