Ceará: projeto beneficia torcedores com deficiência visual

Partida contou com audiodescrição para 11 torcedores com deficiência visual, resultado da parceria entre a Pro-Reitoria de Pós-Graduação da Unifor os clubes do Estado

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A partida entre Ceará e São Paulo teve um significado especial para 11 torcedores, que foram beneficiados por uma iniciativa da Pro-Reitoria de Pós-Graduação da Unifor em parceria com os clubes de futebol do Estado, Prefeitura de Fortaleza, Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Ceará, entre outros órgãos.

Pessoas com deficiência visual tiveram a oportunidade de acompanhar, de perto, a partida, que teve uma narração exclusiva para eles. A finalidade é promover a inclusão de cegos e pessoas com deficiência visual nos eventos esportivos.

De acordo com o professor da Unifor, Vicente Cristino, o projeto visa a inclusão social. “Essa ideia começou em um projeto de pós-graduação dos alunos da Unifor, onde a intenção é realizar um trabalho social. Desse projeto, a Procuradoria Federal convocou os clubes, Ceará e Fortaleza, a Sesporte, e outros seguimentos para juntos fazer esse piloto. Vamos trazer em cada jogo 11 torcedores com deficiência visual. Todos eles acompanhados de um familiar, com direito a transporte, ficando inclusive em camarotes. Mostramos com isso que pessoas com deficiência podem prestigiar esses eventos como qualquer outra”.

Tecnologia

Para acompanhar todas as emoções da partida, os torcedores receberam transmissão de audiodescrição com equipamentos fornecidos pelo Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CEDEF).

“Não é nada impossível. Os responsáveis pelas atividades e pela organização do evento podem seguir com esse trabalho. Queremos que haja uma disponibilização e um acesso facilitado para todo e qualquer pessoa com visual e que ele possa vir com seus próprios meios. Essa é a nossa proposta. Ter conseguido realizar esse primeiro dia é um estímulo”, considerou Nilce Cunha Rodrigues, procuradora da República.

Fonte: Diário do Nordeste

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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