Microsoft avança na inteligência artificial para acessibilidade

Novidade mais recente é o programa AI for Accessibility, que visa incentivar empresas que criam melhorias para pessoas com deficiência

Fachada de dois prédios espelhados, com o logo da Microsoft em destaque. quatro quadrados - vermelho, verde, azul e amarelo formam uma janela. Ao lado, há a palavra Microsoft em branco
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Mais uma novidade da gigante Microsoft em relação às novas tecnologias para que sejam incorporadas nas soluções de problemas recorrentes na sociedade. A mais recente é o programa AI for Accessibility, que visa incentivar empresas que criam melhorias para pessoas com deficiência.

A ideia é investir US$ 25 milhões nos próximos 5 anos para propostas que visam ao bem social. A ajuda da empresa será em forma de investimentos, doações e assistência especializada quando necessário.

Por que acessibilidade?

Segundo o Banco Mundial, atualmente há mais de 1 bilhão de pessoas com deficiência no mundo. Embora a tecnologia tenha evoluído, e existam milhares de ferramentas que podem auxiliar a rotina desses cidadãos, ainda falta muito para eles se sentirem de fato inseridos na sociedade e terem mais autonomia.

“Em todo o mundo, apenas uma em cada dez pessoas com deficiência tem acesso a tecnologias e produtos assistenciais”, escreveu Brad Smith, diretor jurídico e presidente da Microsoft, em um post no blog. “Ao tornar as soluções de inteligência artificial mais amplamente disponíveis, acreditamos que a tecnologia pode ter um grande impacto sobre essa importante comunidade”.

Como funcionará o programa?

O objetivo principal do AI for Accessibility é acelerar o desenvolvimento da tecnologia para promoção de empregos, conexão humana e melhorias no cotidiano dessas pessoas. Então, desenvolvedores que estão fazendo aplicativos voltados para essas questões podem ser beneficiados.

Alguns exemplos de produtos tecnológicos já estão no mercado. É o caso do Seeing AI, aplicativo que permite a narração do que o telefone está vendo. Outro serviço já disponível é o Hepicto, que ajuda pessoas com autismo.

Além do investimento financeiro, a Microsoft fez algumas melhorias nas suas ferramentas para promover a acessibilidade. Um exemplo é a abertura do Azure IOT Edge Runtime, que dará aos desenvolvedores ainda mais controle sobre como seus dispositivos podem se conectar em soluções em nuvem.

O AI for Accessibility é inspirado na iniciativa AI for Earth, também da companhia, que utiliza a tecnologia para resolver problemas relacionados à preservação do meio ambiente.

Fonte: Tecmundo

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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