Memorial da Inclusão promove o debate “Estudos sobre a deficiência”

Iniciativa acontece no dia 4 de junho e contará com mesas redondas sobre direitos humanos e a relação entre a deficiência e a história da medicina

Arte em fundo verde, com os símbolos das deficiências intelectual, visual, física e auditiva dispostos verticalmente, da esquerda para a direita
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O Memorial da Inclusão irá promover as mesas redondas do “Estudos sobre a deficiência” no Arquivo Público do Estado de São Paulo, no dia 4 de junho, das 9h30 às 17h. O espaço fica localizado na Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, São Paulo (ao lado da estação Portuguesa-Tietê do Metrô).

A primeira mesa redonda, que acontecerá das 9h30 às 12h30, terá como tema “O papel dos arquivos e centros de memória para conscientização dos direitos humanos”. Já o segundo encontro, das 14h às 17h, abordará a deficiência e a história da medicina. Os interessados devem se inscrever pelo site www.memorialdainclusao.sp.gov.br.

O debate sobre o papel dos arquivos públicos e dos centros de memória será composto por Marcelo Quintanilha, do Arquivo Público do Estado de São Paulo, Solange de Sousa, do Centro de Documentação e Memória da UNESP e Daniela Uga, do Instituto de Psicologia da USP. A ideia é que o encontro proporcione reflexões críticas sobre a importância dos arquivos para a preservação da memória e consequentemente a promoção da conscientização acerca dos direitos humanos de grupos sociais marginalizados.

No segundo encontro, que abordará a deficiência e a história da medicina, os diálogos serão comandados pelo professor André Mota, da Faculdade de Medicina da USP e do Museu Histórico Professor Carlos da Silva Lacaz, e Lucimar Pereira, do Museu da Loucura em Barbacena, Minas Gerais. A proposta é discutir a relação entre as ciências médicas e a questão das deficiências, com foco no período da virada do século XIX para o XX até a contemporaneidade e entender de que maneiras rupturas como o marco dos Direitos Humanos afetaram profundamente essa relação.

As mesas redondas do “Estudos sobre a deficiência” visam fomentar trabalhos e agregar pessoas engajadas em compartilhar conhecimentos que contribuam para a construção de uma sociedade mais inclusiva. Em edições anteriores foram abordados temas com esse intuito como educação, comunicação, sustentabilidade, mobilidade, acessibilidade em museus e espaços culturais, entre outros.

Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

O quê: Mesas redondas do “Estudos sobre a deficiência”
Quando: 4/6, das 9h30 às 17h
Onde: Arquivo Público do Estado de São Paulo
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, São Paulo/SP
Obs.: no site do Memorial da Inclusão

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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