Onde estão as pessoas com deficiência na produção cultural?

O canal Janela dos Dias, que debate sobre a inclusão de pessoas com deficiência na produção cultural, entrevistou o cineasta cadeirante Jeorge Pereira sobre o seu mais novo trabalho

Foto em plano médio fechado de dois homens jovens sentados conversando em frente à uma janela
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Confira a matéria completa da Janela dos Dias, publicada no portal Por Aqui:

Quando se fala em acessibilidade, pensa-se logo na inclusão das pessoas com deficiência (PCDs) no acesso aos equipamentos culturais, tanto pela arquitetura quanto pelas ferramentas de comunicação e as tecnologias assistivas, certo? Por esse pensamento, a gente pode acabar esquecendo a necessidade de inclusão e autonomia também no fazer cultural e artístico.

Quantos produtores, diretores, cineastas, dramaturgos, músicos, pintores, cantores ou atores com deficiência você conhece? O quanto as pessoas com deficiência têm produzido culturalmente apesar das barreiras enfrentadas no dia-a-dia? Quem são esses produtores e como eles estão construindo suas narrativas?

Esse é o tema do novo vídeo do Janela dos Dias: o protagonismo das pessoas com deficiência na produção cultural. Para isso, o apresentador Carlos di Oliveira entrevistou o cineasta cadeirante Jeorge Pereira, que estreou em 2017 com o filme Organismo, que chegará em breve aos cinemas brasileiros.

Eles vão falar sobre as adaptações no set de filmagem, de que modo o fato de usar cadeira de rodas influenciou o filme e as relações culturais entre corpo e deficiência, tudo isso na linda sala do Cinema São Luiz, no Centro do Recife.

Assista ao vídeo com a entrevista:

Sobre o Janela dos Dias

O Janela dos Dias é um canal que fala sobre acessibilidade na cultura por meio de vídeos com acessibilidade comunicacional, ou seja, com os recursos de audiodescrição (voltado para pessoas cegas e com baixa visão), legendas para surdos e ensurdecidos e Libras.

Os vídeos são lançados quinzenalmente, sempre abordando os espaços com acessibilidade, pessoas que trabalham na área e pessoas com deficiência atuantes como produtores culturais.

Fonte: Por Aqui

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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