Memorial da Inclusão promove oficina para pessoas com deficiência visual

Direcionada para adolescentes e adultos, a aula acontece no dia 8 de junho, às 14h30; os participantes utilizarão garrafas PET, barbantes, livros e encartes para reproduzir capas de livros

Em fundo verde, ícone que representa uma paleta de tinta e um pincel
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O Memorial da Inclusão promove para cerca de 20 pessoas com e sem deficiência visual uma oficina de produção de obras de arte que podem ser percebidas pelo tato e pela audição nesta sexta-feira, 8/6. Na oportunidade, os alunos utilizarão garrafas PET, barbantes, livros e encartes para produção das obras. Tratam-se de capas de livros que, após o emprego de diversas técnicas, transformam-se em obras acessíveis para todos os públicos.

A atividade será ministrada pela artista plástica Mozileide Neri, que produziu as obras da mostra “Palavras Fechadas”, em exposição no Memorial da Inclusão até o dia 30 de julho. O Memorial da Inclusão está localizado na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Após uma breve explicação sobre o processo criativo do trabalho da artista, os alunos serão divididos em grupos e receberão os materiais necessários para o desenvolvimento das obras. Durante a oficina, os participantes aprenderão, por exemplo, técnicas para construir o “livro-ganzá”, que se trata de um livro ou encarte prensado em formato cilíndrico, revestido com materiais como barbantes e com o seu interior preenchido com botões, pequenas pedras ou parafusos de modo que emitam sons como um instrumento de percussão.

A mostra “Palavras Fechadas” conta com 20 obras da artista plástica Mozileide Neri que reproduzem capas de livros e estimulam a percepção da obra por meio do tato, do olfato e da audição. Para promover a percepção do público por outros sentidos a artista utilizou diversos materiais, como caramelo, chicletes, linhas de crochê, barbante, plástico e botões para transformar capas de livro em obras de arte. A exposição conta com audiodescrição e intérprete de Libras. A mostra pode ser visitada de segunda a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h.

O quê: Oficina de obras para pessoas com deficiência visual
Quando: 8/6, das 14h30 às 17h30
Onde: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço.: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564, Portão 10, Barra Funda – São Paulo/SP

O quê: Exposição Palavras Fechadas
Quando: até 30/7, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h
Onde: Memorial da Inclusão
Entrada gratuita

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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