App para alfabetização de crianças com Dislexia

Educadora Nadine Heisler criou um projeto de app de ensino para crianças com distúrbio de aprendizado)

Foto de uma menina de oito anos segurando letras coloridas
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A alfabetização é uma das fases mais importantes do período escolar. Durante esse processo, há as que se desenvolvem com rapidez, enquanto outras sentem dificuldade e levam mais tempo. Uma coisa é igual para todas: gostam de brincar com joguinhos de celular. Foi com esta teoria que a educadora Nadine Heisler criou um projeto de app de ensino para crianças com dislexia (distúrbio de aprendizado), o DOM.

Destinado a pequenos jogadores de 6 a 8 anos, o game é baseado em exercícios de alteração de timbre na vogal tônica, com o objetivo de desenvolver a consciência fonológica das crianças e facilitar o processo de alfabetização.

O dragão Dom, mascote do jogo, trabalha o aprendizado de forma lúdica e interativa, fazendo com que as crianças se acostumem com os fonemas da língua portuguesa e criem uma relação entre os sons das palavras e as suas grafias.

Segundo Nadine, o aplicativo tem como objetivo ajudar não só a criança com dislexia, mas qualquer aluno que esteja com dificuldade durante o processo de alfabetização.

“O jogo faz parte de um projeto maior chamado Domlexia, uma plataforma com informações, cursos e espaço para dúvidas sobre o distúrbio”, afirma.

O projeto educacional já foi desenvolvido para as plataformas Android e IOS, porém há mais etapas que devem ser concluídas para o jogo ser oferecido ao público.

Para ganhar corpo, o app teve financiamento coletivo no Catarse. Segundo Nadine, o jogo será testado com 30 crianças de escolas públicas e privadas de Florianópolis, em Santa Catarina, após ser concluído, nos próximos meses.

“Vamos fazer uma experiência de 30 dias para validar o aplicativo e, finalmente, oferecê-lo aos estudantes”, afirma.

Fonte: As Coisas Mais Criativas do Mundo

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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